Cidades de Papel: Li e achei…

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…Muito bom. Sem dúvida merece 5 ★ , um excelente livro do Jonh Green que nos leva a refletir sobre várias coisas, como por exemplo, a forma como vemos as pessoas ou como é importante a relação com a família na adolescência. Mas pra quem não leu o livro e está curioso, eu vou fazer um resuminho (com um pouco de spoiler, mas sem contar o final da história).

Tá, então o livro é todo narrado na primeira pessoa pelo Quentin Jacobsen. Ele é vizinho e amigo de infância de Margo Roth Spiegelman. Desde pequenos os dois brincavam e davam passeios, embora num desses passeios os dois presenciam uma cena que é muito marcante na vida dos dois personagens. Eles encontram um homem encostado a uma árvore, morto. Nessa cena, podemos distinguir dois comportamentos das personagens: enquanto Quentin fica com medo e nem sequer se aproxima, Margo fica muito curiosa, ela quer saber o que aconteceu ao tal homem. Ela acaba por investigar e descobre que o homem afinal suicidou-se. Depois passam-se alguns anos e os dois personagens encontram-se no secundário, mas há anos que já não convivem de perto. As suas personalidades não podiam ser mais opostas, e foi exatamente essa reverência e o espírito de aventura de Margo que fizeram com que Quentin se apaixonasse por ela. E é por isso que ele se surpreende quando ela aparece à sua janela a tentar convencê-lo a segui-la num plano de vingança aventuroso. Eles têm essa aventura e quando voltam pra casa já de madrugada, Margo despede-se de Quentin de uma forma muito estranha, como se nunca mais se fossem ver. E é aí que começa a verdadeira aventura, muito viciante, porque no dia seguinte, Margo desaparece. Apenas deixa algumas pistas para Quentin, e quanto mais perto ele está de a encontrar mais se apercebe que todos desconhecem a verdadeira enigmática Margo.

A minha opinião:

O nosso queridinho Jonh Green fez mais livro fantástico e extremamente viciante. A sua leitura é muito fácil, mas têm algumas metáforas e citações muito importantes para quem ler o livro, por isso aconselho bastante atenção na sua leitura. Como eu já referi aborda vários temas como, a liberdade, o amor, o fim da adolescência e como é importante a relação com a família neste período. Todos estes temas são muito importantes, mas o principal de todos é, como eu já referi, é a forma como vemos as pessoas. Porque nós criamos uma versão das pessoas na nossa cabeça, mas nem sempre essa versão corresponde ao que a pessoa é realmente. Um bom exemplo para isso é um professor. Nós vemos esse professor apenas com uma função, ensinar, mas o que nós não sabemos é que fora da escola, esse professor tem uma vida, tem medos, manias e amores. E isso só mostra que nós realmente não conhecemos assim tão bem as pessoas. Foi por isso que quando eu acabei de ler este livro, eu comecei a ver as outras pessoas de uma maneira totalmente diferente, este livro marcou-me e inspirou-me demais. E tenho a certeza de que outras pessoas que também leram o livro levaram isso com eles. Então, como eu já disse: AMEI O LIVROOOO, te amo Jonh Green, ou melhor, amo seu jeito de escrever <3.

Bem gente já vou indo, espero que tenham gostado deste post sobre o livro “Cidades de Papel” do Jonh Green, pois realmente merecia que eu falasse sobre ele no blog. Ah só mais uma notícia: o livro vai ser adaptado para filme!! Mas isso não é uma desculpa pra vc deixar de ler o livro, porque vale muito a pena!! Bem, adeus meus amores ❤ .

Beijos da Ju ❤

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2 comentários sobre “Cidades de Papel: Li e achei…

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