Depois dos Quinze- quando tudo começou a mudar de Bruna Vieira: Li e achei…

….Muito bom, realmente me impressionou muito!

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Para ser sincera, eu achava que o livro era só mais uma historinha, com um final feliz. Mas agora tenho a certeza de que me enganei. No início, eu fiquei um pouco confusa, porque ele é muito diferente dos outros livros. No entanto, foi exatamente isso que me cativou mais! Porque eu gosto de ver o jeito com que cada um faz as coisas, e a Bru fez do jeitinho dela! E por isso é que várias pessoas gostaram (incluindo eu, obviamente). Já pra não falar que a escrita dela é bastante profunda. Talvez porque ela escreveu realmente aquilo que ela sentia. Me identifiquei muito.

A única crítica negativa que tenho a fazer é que achei o livro um pouco repetitivo. Não sei porquê, na minha cabeça o ele ia abordar mais problemas na adolescência, assim, mais como uma história e não só crônicas. Se foi desilusão, foi pequena, pois rapidamente viciei no livro. Uma das coisas que eu mais gostei foi a lista de músicas no final do livro. A maioria delas adicionei numa playlist especial (no spotify), que eu uso só pra ler.

Bem: na minha opinião, é um livro de desabafos de uma garota adolescente com um dom para a escrita fantástico!

Resumo do livro: Se você conhece o blog da Bruna Vieira (Depois dos Quinze), provavelmente já conhece a história dela, mas aqui vai: Então… Bruna era só mais uma garota comum, tímida e por vezes um pouco que solitária. Nascida no interior, Bru encontra na escrita um refúgio para os seus sentimentos e desilusões. Não tem como não se identificar! Quando ela começa a partilhar os seus textos (ou seja, sentimentos) no blog, logo percebe que não é a única garota no mundo a passar por tudo isso. E é essa uma das lições que o livro nos dá. Mesmo que pareça que nada da certo, Bruna nos mostra que ás vezes o melhor é dar tempo ao tempo.

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Amei o livro gente (obrigado por isso Bruna!). 

Beijos da Ju ❤️

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À procura de Alaska: Li e achei…

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…que estou completamente apaixonada pela escrita do Jonh Green. Gente, super amei o livro. A escrita do autor é super descontraída. Claro que há aquelas partes em que é necessário mais atenção para conseguirmos compreender melhor, mas de resto, é numa boa. Este é o 3º livro que eu leio do Jonh Green e digo com toda a certeza de que não me desiludiu. Ele é daqueles livros que misturam um monte de sentimentos: numa hora estamos a rir-nos todos contentes e no minuto a seguir a chorar como bebés. Por isso um conselho: Não leia este livro em lugares públicos, porque senão as pessoas vão achar que você é louco (rindo).

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A personagem principal é Miles Halter, um rapaz de 16 anos que está super entediado com a sua vida. Ao contrário dos outros adolescentes Miles é muito caseiro e gosta muito de ficar em casa a ler biografias de escritores famosos. Mas a sua grande paixão é decorar e colecionar as últimas palavras de cada um desses escritores. Doido né? Porque Miles nunca lia nenhuma das obras deles, apenas a sua biografia e claro as suas últimas palavras. Até que ele decide abandonar o ninho familiar para ir viver para um colégio interno para ir em busca de si. Ou seja da sua personalidade e dos seus ideais. Mesmo sendo um adolescente fora do comum, Miles sonha em ter uma vida igual a dos outros adolescentes, fazer as mesmas coisas que eles, tal como o seu pai que já tinha estudado naquele mesmo colégio. E mesmo ele negando para todos (incluindo ele próprio), Miles tinha escolhido aquele colégio por causa disso, ele queria ser como outora o pai tinha sido, viver as mesmas aventuras que ele. Nesse colégio, Miles conhece Coronel, Takumi e a misteriosa Alaska. Uma rapariga que faz com que Miles se apaixone perdidamente por ela. O que será que vai acontecer durante este ano no colégio?

Amei este livro.

Beijos da Ju ♥

Cidades de Papel: Li e achei…

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…Muito bom. Sem dúvida merece 5 ★ , um excelente livro do Jonh Green que nos leva a refletir sobre várias coisas, como por exemplo, a forma como vemos as pessoas ou como é importante a relação com a família na adolescência. Mas pra quem não leu o livro e está curioso, eu vou fazer um resuminho (com um pouco de spoiler, mas sem contar o final da história).

Tá, então o livro é todo narrado na primeira pessoa pelo Quentin Jacobsen. Ele é vizinho e amigo de infância de Margo Roth Spiegelman. Desde pequenos os dois brincavam e davam passeios, embora num desses passeios os dois presenciam uma cena que é muito marcante na vida dos dois personagens. Eles encontram um homem encostado a uma árvore, morto. Nessa cena, podemos distinguir dois comportamentos das personagens: enquanto Quentin fica com medo e nem sequer se aproxima, Margo fica muito curiosa, ela quer saber o que aconteceu ao tal homem. Ela acaba por investigar e descobre que o homem afinal suicidou-se. Depois passam-se alguns anos e os dois personagens encontram-se no secundário, mas há anos que já não convivem de perto. As suas personalidades não podiam ser mais opostas, e foi exatamente essa reverência e o espírito de aventura de Margo que fizeram com que Quentin se apaixonasse por ela. E é por isso que ele se surpreende quando ela aparece à sua janela a tentar convencê-lo a segui-la num plano de vingança aventuroso. Eles têm essa aventura e quando voltam pra casa já de madrugada, Margo despede-se de Quentin de uma forma muito estranha, como se nunca mais se fossem ver. E é aí que começa a verdadeira aventura, muito viciante, porque no dia seguinte, Margo desaparece. Apenas deixa algumas pistas para Quentin, e quanto mais perto ele está de a encontrar mais se apercebe que todos desconhecem a verdadeira enigmática Margo.

A minha opinião:

O nosso queridinho Jonh Green fez mais livro fantástico e extremamente viciante. A sua leitura é muito fácil, mas têm algumas metáforas e citações muito importantes para quem ler o livro, por isso aconselho bastante atenção na sua leitura. Como eu já referi aborda vários temas como, a liberdade, o amor, o fim da adolescência e como é importante a relação com a família neste período. Todos estes temas são muito importantes, mas o principal de todos é, como eu já referi, é a forma como vemos as pessoas. Porque nós criamos uma versão das pessoas na nossa cabeça, mas nem sempre essa versão corresponde ao que a pessoa é realmente. Um bom exemplo para isso é um professor. Nós vemos esse professor apenas com uma função, ensinar, mas o que nós não sabemos é que fora da escola, esse professor tem uma vida, tem medos, manias e amores. E isso só mostra que nós realmente não conhecemos assim tão bem as pessoas. Foi por isso que quando eu acabei de ler este livro, eu comecei a ver as outras pessoas de uma maneira totalmente diferente, este livro marcou-me e inspirou-me demais. E tenho a certeza de que outras pessoas que também leram o livro levaram isso com eles. Então, como eu já disse: AMEI O LIVROOOO, te amo Jonh Green, ou melhor, amo seu jeito de escrever <3.

Bem gente já vou indo, espero que tenham gostado deste post sobre o livro “Cidades de Papel” do Jonh Green, pois realmente merecia que eu falasse sobre ele no blog. Ah só mais uma notícia: o livro vai ser adaptado para filme!! Mas isso não é uma desculpa pra vc deixar de ler o livro, porque vale muito a pena!! Bem, adeus meus amores ❤ .

Beijos da Ju ❤